associação comercial e industrial de arcos de valdevez e ponte da barca

A formação reforça a autoestima do trabalhador

in Notícias Gerais
Criado em 09 agosto 2022

A aquisição de novas competências através da formação beneficia a empresa e os seus colaboradores.

As empresas portuguesas devem incentivar a formação contínua dos seus colaboradores sem discriminação em relação à idade ou habilitações literárias

Em Portugal – ao contrário da maioria dos países que integram a UE – o conceito de formação profissional é estereotipado e estigmatizado. Regra geral, subsiste a ideia de que quem frequenta formações (das mais variadas áreas) ou está inscrito no IEFP e é “obrigado” a cumprir este requisito, ou precisa dessa temática para uma necessidade específica pontual, e em última análise porque (algumas) empresas seguem à risca o previsto no art.º 131º do Código do Trabalho, que estabelece a obrigatoriedade de todas as entidades empregadoras proporcionarem formação profissional.

A aquisição de novas competências através da formação traz benefícios para o trabalhador e para a empresa. A evolução do profissional passa pela renovação de conhecimentos e pela adaptação a desafios constantes. As entidades estagnam se não potenciarem o desenvolvimento dos seus recursos, incluindo os colaboradores. A formação incrementa a rentabilidade da empresa e reforça o empenho e a autoestima do trabalhador.

Esta é uma nova Era, pautada pela revolução digital, não só em tecnologia, mas também pelo “pensar” digital. É tempo de as empresas olharem para os seus colaboradores, e incentivarem a formação. Diz-se “o saber não ocupa lugar” e não segue idades, profissões ou habilitações literárias, e persegue desenvolvimento e satisfação.

Fonte: lidermagazine.sapo.pt